Congresso Saber 2011 – São Paulo

quinta-feira, julho 28, 2011 10:03

Sempre participo do Congressso Saber, é uma excelente oportunidade de troca, conhecimento e capacitação. A programação 2011 está magnífica. Participem!

Abraços.

Juliane Cursino

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Dia do Amigo!

quarta-feira, julho 20, 2011 9:34
Postado na Categoria Cursos

Fonte: http://www.google.com.br

 

Ótimo dia a todos!

A manhã começou bem, recebi alguns e-mails de pessoas queridas, grandes amigos.

Nunca me considerei boa amiga, sempre fui muito ausente. Por muitas vezes não ligo na data de aniversário, não ligo para jogar conversa fora, sou bastante displicente. Há vários motivos: muito trabalho, falta de tempo, entre outras “desculpas” que posso aqui descrever só para me “defender”. Estou aqui escrevendo e relembrando dos amigos que acabei deixando pelo caminho. Como sinto falta deles, mas consigo recordar todos os momentos.

Após tantas falhas, de uma me orgulho. À de me entregar totalmente para uma amizade. Quando gosto, gosto de verdade, deixo de fazer por mim, para fazer para outro. Sempre fui assim.  Desde passar uma cola, para a amiga da escola, até me desdobrar para atender uma necessidade da uma amiga querida e fiel. Sou do tipo que deixo de fazer por mim para fazer aos amigos. Sempre fui assim, e muitas vezes sou criticada por isso. Mas me orgulho, e se tem algo há mudar, não será isso, com certeza!

Posso aqui citar todos os grandes amigos que tive, de todos os apuros e alegrias que passei com cada um deles. E uma coisa é fato, se faço, faço por prazer, sem esperar nada, nada em troca. Que saudade!

Eu só sei que nunca é tarde para fazer uma ligação, para convidar para um café, para se reconciliar com um amigo que na ocasião te fez sofrer por algum motivo, nunca é tarde para uma amizade verdadeira.

Feliz Dia do Amigo!

Segue uma matéria da UOL muito interessante:

 

Oito benefícios que a amizade traz para sua vida

Até a ciência comprova as vantagens de ter amigos de verdade

por Letícia Gonçalves

Como um flashback, tente relembrar os momentos mais marcantes que você já viveu. Na maioria deles, quem estava do seu lado? Certamente, aqueles que você pode chamar de amigos. Escolhidos a dedo ou impostos pelo acaso, eles servem de combustível para enfrentarmos desafios do dia a dia, dividindo experiências boas e ruins.

“A amizade é uma das formas de aprimoramento do ser humano”, afirma a psicóloga Marina Vasconcelos. Ela rompe as fronteiras do preconceito e torna-se essencial, seja entre colegas, vizinhos, pais e filhos, irmãos, namorados ou marido e mulher. E o seu corpo agradece: ter amigos traz benefícios tanto para a saúde mental como física. Confira oito vantagens de cultivar sempre seu círculo social:

 

Risco menor de doenças
Pesquisas confirmam: seu corpo fica mais imune a problemas de saúde. Pesquisadores da Universidade de Chicago, nos EUA, identificaram que pessoas muito solitárias ao longo da vida tendem a ser mais indefesas, ter noites ruins de sono e sofrer mais com as complicações enfrentadas ao longo da vida, como o estresse. Outro estudo americano, publicado no Journal of the American Medical Association, apontou uma relação entre solidão e o risco maior de ter doença de Alzheimer.

Vida mais longa
Seus amigos mal devem imaginar, mas a presença deles melhora 50% a chance de você viver mais. O dado vem de pesquisadores da Brigham Young University, nos EUA, que analisaram 148 estudos feitos durante sete anos e meio. Segundo eles, quem passa grande parte da sua vida sem interações sociais tem um prejuízo relacionado à longevidade que pode ser comparado a fumar cigarros todos os dias, ser alcóolatra ou ser obeso.

Mais otimismo no seu dia a dia
A felicidade é contagiante e a comprovação vem de um estudo da Universidade de Califórnia e de Harvard, nos EUA. Durante duas décadas, cinco mil pessoas foram analisadas. Como resultado, a probabilidade de sorrir mais para a vida cresceu em até 60% nos participantes que conviviam com pessoas alegres. É um efeito dominó: se você é otimista, a chance de seu amigo e até do amigo do seu amigo também ficarem felizes é muito maior.

Saúde para o coração
Vínculos afetivos estimulam as emoções positivas, certo? Essas emoções, por sua vez, influenciam nos batimentos cardíacos. Um estudo que durou dez anos, da Universidade Columbia, nos EUA, mostrou que pessoas normalmente felizes, entusiasmadas e satisfeitas têm menos chance de serem depressivas e apresentam um risco 22% menor de ter infarto ou desenvolver doenças cardíacas.

A melhor forma de dividir seus sentimentos
Essa é uma necessidade natural de todo ser humano: compartilhar experiências e sensações. “A cumplicidade explica a ligação que torna os amigos inseparáveis. A compreensão que existe nesse tipo de relacionamento é profunda e marcada por muitas descobertas em conjunto, diferente do que acontece no ambiente familiar onde as posições estão marcadas desde sempre”, explica a psicóloga Marina Vasconcellos.

Relações amorosas duradouras
O psicólogo John Gottman, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, afirma que ser amigo é uma espécie de “cola” que une marido e mulher em um casamento estável. Ele só concluiu isso depois de duas décadas de pesquisa. “Os casais mais felizes, com relacionamentos de longo prazo, falavam da presença da amizade no casamento e sobre como amar e fazer amor é uma extensão dessa amizade”, conta o especialista. Ainda de acordo com ele, 70% da paixão, do romance e do sexo para os homens decorre da amizade, e a porcentagem é ainda maior para as mulheres.

Amadurecimento longe da depressão
A prática de se relacionar e manter amizades ajuda a amadurecer e isso serve principalmente para as crianças. De acordo com um estudo da Universidade do Maine, nos Estados Unidos, apenas um amigo de verdade já é suficiente para ajudar os pequenos a se desenvolverem psicologicamente e mandaram para longe a depressão, a baixa autoestima, a ansiedade e a depressão.

Físico em forma!
Ter amigos nos livra de muitos problemas relacionados à depressão e ao tédio. “Pessoas depressivas tendem ao sedentarismo e a uma dieta desequilibrada”, explica o cardiologista Juliano de Lara Fernandes, do Instituto do Coração, em São Paulo. Portanto, estreitar os laços significa diminuir o risco de estar acima do peso. Além disso, um estudo da Universidade de Bristol, no Reino Unido, apontou que, se seus melhores amigos praticam atividades físicas, as chances de você também sair do sofá são grandes. Tudo por conta da capacidade de influência das amizades.

 

Fonte: http://minhavida.uol.com.br/conteudo/13143-Oito-beneficios-que-a-amizade-traz-para-sua-vida.htm?ordem=7#gal, acesso em 20/07/2011.

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Para pais e educadores…

terça-feira, julho 19, 2011 8:54
Postado na Categoria Alunos, Educadores, Família

Recebi ontem essa matéria por e-mail e gostei bastante. Vale a pena refletir e mudar posicionamentos.

Excelente semana a todos!

Juliane Cursino

 

Meu filho, você não merece nada

A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada – ELIANE BRUM

 

ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê(Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua(Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br
Twitter: @brumelianebrum

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.
(Eliane Brum escreve às segundas-feiras.)

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Link interessante

segunda-feira, junho 6, 2011 9:54

Iniciamos a semana com um link da uol: http://www1.folha.uol.com.br/saber/924706-professores-nao-acreditam-que-alunos-irao-concluir-ensino-medio.shtml

Quem puder ler a matéria completa, aproveite!

Sempre acreditei na frase que para toda ação existe uma reação. Professores desmotivados é igual  a alunos desmotivados. Não há como ser diferente.

As vezes paro pra pensar e fico perplexa com a educação pública em nosso país. Vejo que a culpa não é somente do sistema, e sim da sociedade, dos políticos, dos profissionais envolvidos… Vale a pena refletir!

 

Até breve.

 

Profª Juliane Cursino

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Voltando…

segunda-feira, junho 6, 2011 9:44
Postado na Categoria Cursos

Depois de mais um  período ausente, volto animada e com  muitas ideias. Minha rotina está muito mais acelerada, mas acredito que irei conseguir me dedicar para o PedEduca. Volto com o objetivo de não só postar matérias sobre educação, mas como de contar sobre minha experiência diária como educadora, bem como mostrar que além de educadora, sou mulher, empresária, dona de casa,  madrinha, filha, irmã, afilhada….

Ótima semana a todos!

Profª Juliane Cursino

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Antes tarde do que nunca…

sexta-feira, fevereiro 11, 2011 9:39

Deputados querem priorizar qualidade da educação em 2011

Sexta-feira, 11 de Fevereiro de 2011 – 0 comentário(s) – 32 Visualizações

Fonte: http://www.nota10.com.br/noticia-detalhe/7297_Deputados-querem-priorizar-qualidade-da-educacao-em-2011

Nos últimos anos, com a ampliação do acesso ao ensino fundamental e os baixos índices alcançados pelos estudantes brasileiros em exames internacionais – o Brasil ocupa o 53º lugar no ranking de 65 países participantes do Programa Internacional de Avaliação de Alunos, o Pisa –, a qualidade da educação tornou-se tema recorrente na agenda política.

O assunto foi tratado pela presidente da República, Dilma Rousseff, durante a abertura dos trabalhos do Legislativo, no último dia 2. No evento, ela enfatizou o fato de que o avanço tecnológico do País depende de melhorias na qualidade da nossa educação. Mas, para o deputado Ivan Valente (Psol-SP), o governo peca ao citar “genericamente os desafios do país, sem propor medidas efetivas”.

De acordo com a Agência Câmara, o assunto não é novo no Congresso. Na Câmara, pelo menos 30 propostas preveem medidas que variam entre: estabelecimento de padrões para as avaliações de ensino; responsabilização de gestores públicos na melhoria da educação; garantia de formação dos professores; concessão de benefícios aos profissionais do magistério; entre outras.

Gastão Vieira (PMDB-MA) lembra também que a Câmara já promoveu seminários internacionais sobre o tema. “O Congresso já vem trabalhando há bastante tempo em favor da valorização dos professores, da ampliação do acesso à educação e da melhoria da infraestrutura nas escolas”, disse.

Para Gilmar Machado (PT-MG), contudo, o destaque dado ao assunto pela presidente em seu discurso deve dar agilidade aos debates: “A educação sempre foi debatida, mas quase nunca priorizada. A decisão de tornar esse tema prioritário vai facilitar o nosso trabalho, pois não precisamos mais convencer o governo de sua importância”.

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Tecnologia na Educação

quarta-feira, janeiro 26, 2011 8:59
Postado na Categoria Alunos, Educadores, Escola, Família

Pela manhã me deparei com essa matéria no site do Terra. Sem dúvida ter um iPad facilitaria e muito a vida dos estudantes. Eu mesma estou tentando me acostumar com essa incrível “ferramenta”. Isso mesmo, para mim o tablet é uma ferramenta na qual utilizo para trabalhar e facilitar minha vida, substituindo as apostilas e os livros. Saber utilizar adequadamente é a mais difícil tarefa, principalmente quando utilizado por crianças e adolescentes.

O programa de incentivo é ótimo e apoio a ideia.

O que me entristece é saber que o Brasil está longe dessa realidade. Mal utilizamos os computadores nas escolas, muitas máquinas ficam guardadas na biblioteca e quando estão no laboratório, não são utilizadas pelos professores e alunos.

Boa reflexão!

Juliane Cursino

Fonte: http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http

Escola dos EUA torna obrigatório uso de iPad pelos alunos

Uma escola privada do estado americano do Tennessee exigirá o uso de iPads pelos estudantes de 8 a 18 anos com o objetivo de substituir os livros didáticos pelos tablets eletrônicos, informa nesta terça-feira a imprensa local.

A Webb School of Knoxville oferecerá aos alunos com menos recursos opções de aluguel de iPads, que custam no mercado americano US$ 500, indica Jim Manikas, diretor de tecnologia da instituição. Ele explica que a medida também representa uma questão de “saúde” para os alunos, que, com o uso de tablets, deixam de carregar muitos livros e evitam mochilas pesadas.

“Temos alunos que carregam quase 20 kg de livros didáticos, enquanto um iPad pesa menos de 1 kg”, afirma Manikas em declarações à imprensa americana. Os funcionários da escola afirmam que sites de redes sociais como Facebook e Twitter terão acesso bloqueado dentro da instituição.

Elli Shellist, professora de inglês da Webb School, se mostrou “entusiasmada” com a medida. “Há coisas que podemos fazer muito melhor com esses tablets eletrônicos do que em textos de papel”, disse.

A escola do Tennessee se soma assim a outras instituições educacionais como a Seton Hill University, no estado da Pensilvânia, e a Universidade de Notre Dame, em Indiana, que anunciaram cursos exclusivamente por meio de iPads.

Fonte:http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4910374-EI12882,00-Escola+dos+EUA+torna+obrigatorio+uso+de+iPad+pelos+alunos.html

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A Criatividade na Sala de Aula por Glorinha Aguiar

terça-feira, janeiro 11, 2011 7:47

Ando pensando muito sobre o poder da tecnologia nos ambientes escolares e na sociedade como um todo. Ultimamente ando pesquisando a respeito em livros, vídeos, matérias, artigos…  Estou cada vez mais interessada em mergulhar nesse tema.

Como educadora, acredito muito na “parceria” entre a tecnologia e a criatividade. Em contrapartida, é importante compreender a importância desse trabalho em conjunto, para que os resultados sejam atingidos em sala de aula.

Na semana anterior troquei vários e-mails com uma nova colega educadora, Glorinha Aguiar. Especialista em Educação Criativa, ela descreve dicas e experiências importantes. Aproveito para agradecer sua gentileza em nos enviar o artigo, contribuindo com todos os leitores do PedEduca.

Enquanto isso continuarei nas minhas pesquisas sobre tecnologia…

Boa semana!

Juliane Cursino

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A CRIATIVIDADE NA SALA DE AULA

É POSSÍVEL PROMOVER UM ENSINO MAIS CRIATIVO?

Reflexão:- “A verdadeira dificuldade não está em aceitar idéias novas, mas em escapar das idéias antigas” (John Maynard Keynes).

Considerando que, nas pesquisas mundiais de qualidade de ensino, o Brasil está nos últimos lugares, nós professores precisamos ter a coragem de mudar a nossa metodologia tradicional (que os alunos chamam de decoreba) que não funciona mais com a Geração Internet Século XXI e descobrir a riqueza da Educação Criativa.

E isso só poderá acontecer se o professor DESEJAR MUDAR participando de cursos de criatividade NA PRÁTICA. Mas…

-O que quer dizer Educação Tradicional?

-O que quer dizer Educação Criativa?

EDUCAÇÃO TRADICIONAL É AQUELA QUE:-

- obriga o aluno a decorar o ponto, escrever na prova, mesmo que esqueça tudo logo depois.

- o aluno fica sentado muitas horas, ouve em silêncio, decora tudo e repete do jeito que o professor quer;

- humilha o aluno nas avaliações valorizando os enganos, fazendo cair sua auto-estima;

- que é formada por duas classes:- a dominante que sabe tudo (o professor) e a dominada que não sabe nada (o aluno).

EDUCAÇÃO CRIATIVA É AQUELA QUE:-

- o professor propõe uma atividade criativa (lúdica e motivadora com um pequeno conteúdo embutido) e o grupo, entra em ação procurando fazer o melhor que pode;

- o grupo é colocado em situação-problema para buscar soluções criativas, dando idéias, ouvindo sugestões dos colegas e do professor, pesquisando nos livros, internet ou na vivência de cada um;

- na atividade criativa todos trabalham com a riqueza das diferenças provocando reflexões, descobertas e conclusões;

- nos debates os alunos perdem o medo de falar na hora certa, defender suas opiniões, escrever, dialogar, pensar a respeito do que ouviu, pesquisar e anotar, ler e entender, interagir com os colegas e o professor, cantar, dançar, desenhar, teatralizar…;

- desenvolve as três características da Criatividade, tão necessárias na escola, na família e na vida:- originalidade, flexibilidade e fluência;

- trabalha com três personagens que cada aluno tem dentro de si:- o gigante, a criança e o filósofo que são capazes de fazer maravilhas;

- desenvolve a comunicação afetiva fazendo da sala de aula uma Fábrica de Amigos;

- cria outro tipo de disciplina pondo o aluno em ação. Indisciplinado é aquele que fica sentado, em silêncio, só ouvindo;

- transforma a sala de aula num laboratório onde descobrem o prazer de estudar, de ler, de compreender, de crescer…

- após a atividade, cada aluno comenta os objetivos que foram atingidos e os filósofos que foram vivenciados (baseados em listas oferecidas pelo professor).

CONCLUSÃO:-

1 –Professores de todas as disciplinas podem trabalhar com criatividade em qualquer faixa etária. O que muda é o conteúdo, a metodologia e o comportamento do professor;

2 –Professores de escolas públicas ou privadas podem fazer maravilhas sem precisar de recursos sofisticados.

3 – A aprendizagem interdisciplinar acontece naturalmente. Os alunos poderão recriar a atividade para conteúdos de outras disciplinas e diferentes faixas etárias.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:-No Brasil, o professor recebe formação acadêmica para “ensinar o ponto” e, nas escolas,  é cobrado para que faça isso muito bem. Poucos usam a criatividade. O PROFESSOR É MUITO IMPORTANTE NA SALA DE AULA… e não pode apenas transmitir o conteúdo. Educação é muito mais do que “decoreba”! Acredito que essa mudança só será possível se o professor participar de TREINAMENTOS COM TÉCNICAS CRIATIVAS.

Glorinha Aguiar

Monitora de cursos de Educação Criativa

Contatos:- glorinhaaguiar@uol.com.br

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Para refletir…

quarta-feira, janeiro 5, 2011 7:41
Postado na Categoria Alunos, Educadores, Família

Bom dia a todos!

Acordei hoje muito disposta para trabalhar e realizar novos projetos pessoais e profissionais. O dia está propício, pois não está chovendo – há quatro dias chove em São José dos Campos sem parar – e também não está aquele sol escaldante. Para mim, o tempo faz muita diferença em meu dia a dia, pois ele me inspira.

Como de costume, acessei o site da UOL e me deparei com um artigo do Içami Tiba muito bom.

Mês de janeiro, mês de férias, é sempre bom refletir sobre o que passou e planejar novas propostas.

Boa reflexão!

Abraços

Juliane Cursino

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Família fechada para balanço

Por Içami Tiba

Ninguém vê nenhuma placa em nenhum lugar com a mensagem: “família fechada para balanço”.

Para começo de conversa, o que acontece dentro da família interessa somente a ela mesma. É o que pensa a maioria das pessoas. Para complicar, muitos ainda pensam que a vida de cada um diz respeito somente a si mesmo.

Não existe nenhum ranking oficial que classifique as melhores famílias, nem entidades que as premiem.

O que não é raro acontecer são os reconhecimentos de uma entidade, comunidade e/ou associação com agradecimentos às famílias que tanto fizeram para ajudá-las, ou mesmo ouvir comentários da vizinhança sobre como aquela família vai bem, “olha o carro que eles compraram”.

Pode haver admiração, inveja ou os dois ao mesmo tempo.

Em paralelo, uma parte pequena, a mais espiritualizada, procura fazer um retiro espiritual, sabático, uma espécie de fechado para balanço individual, por meio de isolamentos, caminhadas, meditações, comidas frugais e sons monásticos.

Famílias com crianças pequenas gostam de viajar nas férias e passar junto o maior tempo possível.  Já é um bom começo, mas ainda não significa fechado para balanço, pois os lugares escolhidos são, em geral, parques de diversão, praias, montanhas, cruzeiros, resorts, ou seja, locais que proporcionam diversão em conjunto. A proposta dessas famílias é para uma convivência diferente da doméstica, cheia de diversões para crianças e cansaços para os pais que mais agem e atuam do que conversam. Pelo menos estão juntos, conhecendo-se mais, favorecendo, ou não, o fortalecimento dos vínculos familiares.

Famílias com filhos adolescentes ou adultos jovens têm que mudar suas propostas, pois cada um agora escolhe uma programação de férias que nem sempre coincide. Na melhor das hipóteses, formam-se dois grupos: o dos pais com filhos pequenos e o dos filhos maiores ou cada um com sua turma…

Pois é exatamente o momento oportuno para uma família se fechar em si, seja onde for, em casa, em um hotel, em um sítio. A proposta é simples: cada um conta exatamente como foi o seu ano, quais foram os resultados das empreitadas próprias, realizações pessoais, frustrações e sucessos inesperados, vitórias e derrotas conseguidas, satisfações e insatisfações pessoais, desejos realizados ou não. Também vale identificar acertos e erros cometidos, carências não preenchidas, perdas e danos sofridos, lucros e ganhos auferidos, ajudas fornecidas e recebidas, situações interessantes, riscos desnecessários, alegrias e prazeres usufruídos, benefícios e malefícios praticados e recebidos, presentes e favores trocados, objetivos e metas atingidos ou não e outros tantos itens que tiverem vontade de falar. É uma iniciativa semelhante à de rever o posicionamento de uma loja em balanço.

Este balanço todo não pode ser feito sozinho? É claro que pode, mas esta é a primeira etapa do balanço familiar: falar de si mesmo para os outros familiares. Isso permite trocar informações valiosas. Assim eles têm como saber e participar, aprofundar e fortalecer o relacionamento, pois é a intimidade que facilita o amor e o companheirismo familiar.

A segunda parte é abordar os itens relacionados com cada um dos outros familiares. Veja: a ideia não é fomentar brigas, críticas, competições, confrontos, mas fortalecer a família cujo papel é servir, apoiar, confiar, ajudar, orientar e aconselhar uns aos outros. Assim a família poderia ser a equipe afetiva mais forte e satisfatória constante na vida de cada um dos seus integrantes.

Tudo depende do critério utilizado para a compreensão do que seja uma família.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/colunas/icami_tiba/2010/12/21/familia-fechada-para-balanco.jhtm, 05/01/2011, 9h02.

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Dez mandamentos para ser feliz em 2011 – Roberto Shinyashiki

segunda-feira, janeiro 3, 2011 13:09
Postado na Categoria Educadores, Família

Ao invés de ficar refém daquela lista de promessas difíceis de cumprir…

Que tal começar 2011 de uma forma mais leve?

Suba no palco da felicidade e seja o protagonista de uma história regada com doses de tranquilidade e alegria!

Seguem aqui 10 mandamentos para você ser feliz em 2011.

1- Curta mais a sua companhia

Aprenda a viver feliz mesmo sozinho. Convide um amigo para ir ao cinema, mas se não encontrar alguém disponível vá com a pessoa mais fascinante do mundo: você mesmo.

2- Tenha alto astral

As pessoas competentes são aquelas que conseguem manter uma postura positiva mesmo nos momentos mais difíceis. Ficar com cara carrancuda, só piora a situação e não ajuda na resolução dos problemas.

3- Viva com paixão

Procure estar por perto de pessoas com alegria de viver e manter-se afastado de indivíduos baixo astral, aqueles que secam até arruda e pimenteira.

4- Cuide bem do seu corpo

Alimentação, sono e exercícios são fundamentais para uma vida saudável. Lembre-se, o seu corpo é o seu templo. Gostar de você mesmo, significa gostar dos outros e deixar as portas abertas para que gostem da gente também.

5- Invista em você todos os dias

Nós somos arquitetos da nossa personalidade. Quando a pessoa nasce Deus lhe dá um potencial infinito que poucas aproveitam. Pense em si mesma e trabalhe firme. Ser o cocriador de si é o maior desafio da vida.

6- Celebre as vitórias

Compartilhe seu sucesso com pessoas queridas. Mesmo as pequenas conquistas devem ser celebrada com alegria. Grite, chore, encha-se de energia para os próximos desafios.

7- Tenha uma vida espiritual

Conversar com Deus é o máximo, especialmente, para agradecer as dádivas recebidas. Mantenha o hábito de rezar antes de dormir, é bom para o sono e melhor ainda para a alma. A oração e a meditação são forças de inspiração.

8- Crie tempo para as pessoas importantes da vida

Filhos, maridos, pais e irmãos são as pessoas que vão estar com você nos melhores e piores momentos da sua vida. Embora eles não pareçam tão importantes na correria do dia a dia, são eles que darão força para continuar.

9- Tenha amigos vencedores

Campeões falam de e com campeões. Perdedores só tocam na tecla perdedores. O diz-me com quem andas, continua válido, mais do que nunca.

10- Diga adeus para quem não lhe merece

Alimentar relacionamentos que só trazem sofrimento é uma forma cruel de masoquismo. Não deixe que relacionamentos inconsistentes atrapalhem sua vida. Se você tiver um marido em casa que não esteja usando: empreste, venda, alugue, doe para uma instituição de caridade, enfim, deixe o espaço livre para um novo amor.

Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/robertoshinyashiki_ser_feliz.htm

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